MAUS TRATOS AOS ANIMAIS


MAUS TRATOS AOS ANIMAIS-qualquer cidadão pode fazer a denuncia: CRMV- Unidade Regional do Sul de Minas Gerais. Delegado Dr. Marden. 35/ 3221-5673. Horário: 8 ao meio dia, 13 até 17 h. E-mail: crmvmg.suldeminas@crmvmg.gov.br

domingo, 10 de julho de 2011

Memórias do BDE por Me Morte

 O retorno

13/08/2013


O Bar mudou! Atravessei a
porta e pedi licença ao Barman, pois  da
última vez que lá estive andei metida em encrenca das boas! Pois é...Mas a
saudade daquele cheiro de álcool com perfume barato  era enorme! As bocas malditas,  arroxeadas de batom do Avon, rebolando em
saltos 15. E os caras... De sapato branco e paletó que transpirava malandragem!
No Bar todos eram viciados
em nicotina! Os olhos dos gatos eram tomados por um tom vermelho Jamaica e as
pupilas, putz, as pupilas...Abafa o caso!
 Naquela época qualquer coisa era motivo para
fuzuê, ninguém media as palavras: texto ruim era porcaria e nas bocas
embriagadas ficava muito pior! Os bons eram ditos certinhos, sem muito mel.
Claro, como todo ambiente noturno havia grupos, os protegidos, os protetores...
Panela? Talvez, o fato é que naquela época essa palavra era proibida por lá e
se tivesse alguma era muito bem guardada.
Mas hoje quando entrei
senti falta...Das falcatruas de um veio safado, ah, quanta safadeza! Das
brincadeiras de um índio tarado, lembro que roubou a antiga garçonete e foram
morar lá na Amazônia... Dos carinhos de um ursinho velho que eu adorava,
batizei-o de Rui... Eu não dormia sem ele. De um empresário amigo que vivia me
encaixando nas putarias pelo Brasil e me tomava com suas mulatas...E do meu
cafetão, o Barman, que roubava-me em comissões absurdas, eu vivia estropiada e
ele é que ficava com boa parte da grana de meus clientes.
Sabe que minha saudade
era tanta que até senti falta daquele segurança que me expulsou? Acho até que
minha saudade tinha virado doença...
Mas hoje, quando entrei
nesse antro que me deu tantas alegrias e que foi uma de minhas desgraças, percebi
que nada mais restou de nossos mentores, só mesmo as fotografias espalhadas
pelas paredes de reboco descascado.
Hoje percebo que somos
história, uma lembrança apenas...Mas que talvez inspire novos rostos.
Caramba! Dispa-se de suas
roupas e regras e venha se sentir vazio como esse copo que tenho nas mãos! E
grite por um conhaque!
-Qual é Giovani? Viemos
aqui para beber ou conversar?


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Por pouco Véio!

23 de abril de 2007.

-Hoje faço 39 anos, ou seria 38? Ando meio perdido no tempo.
Falava
com seus botões. A amnésia era providencial, pois a idéia de entrar
para a casa dos ENTA não o deixava feliz. – Estou ficando velho. O que
conquistei? Quais eram meus ideais mesmo? Era a velha crise de
aniversário que se instalava. Foi desviado dos pensamentos pela
campainha da porta.
-Pois não?
-Aqui mora o senhor Giovani Iemini?
-Sou eu mesmo. Não enrola caboclo, fala logo a que veio.
-Poderia me acompanhar até aqui fora? Tenho um presente para o senhor.
-Xi... Não estou gostando nada disso. O que é?
-Uma mensagem animada.
-Mas, que merda! Não curto esse tipo de coisa... Se foi a Rê... Não. Não foi ela. Ta careca de saber que odeio essas frescuras.
Acompanhou
o rapaz e em frente à casa, um caminhão todo enfeitado, uma banda na
carroceria começou a tocar. Um pequeno palco estava instalado ao lado
dos músicos e um rapaz subiu nele. Era moreno, corpo atlético, vestido
com uma jaqueta de couro preto e uma cueca combinando. A banda tocou a
música Macho Man de Village People e ele começou a rebolar como se estivesse numa boate gay.
-Vocês
se enganaram. Isso não é para mim. Deu meia volta e entrou em casa. O
rapaz começou a discursar no microfone e as pessoas se aglomeravam.
-“Gigio,
meu amor. Volta para tua neguinha. Hoje é seu aniversário, fofo. Eu sei
que você não quer que os outros saibam, mas hoje é um dia especial, não
podia deixar passar em branco”.
-O que esse viado ta falando, meu Deus? Mas ele continuava:
-EU TE AMO GIGIO. Meu corpinho é teu, amor. Vem aqui fora...
-Vou te matar de pancada, seu PULHA! Giovani saiu em direção ao caminhão com um taco de golfe nas mãos.
-Liga
logo cacete... Liga essa merda! Ele ta vindo. Preocupado, o rapaz da
jaqueta de couro e cueca combinando, pedia ao motorista que arrancasse.
-Seu viado F D P, desce daí, porra! Subiu na traseira do veículo em direção ao rapaz.
-SOCORRO!
-Calma meu amor. Era Rê, que saíra debaixo de uma lona onde estivera escondida.
-Merda, Rê, você sabia?
-Eu avisei para não fazer isso, mas ele insistiu... No outro cantinho saía, com o olhar cabisbaixo, Emanuel.
-Oi Gi...
-Oi Giovani, foi tudo brincadeira. Era o moço do cuecão de couro. –Sou eu, Muryel, lembra?
-Emanuel,
seu merdinha! Se quiser desrespeitar o Bar, aos colegas e ao mundo,
dane-se. Mas a mim você não fará isso. Já estou de saco cheio de suas
babaquices.
-Desculpa aí véio. É sério. Eu sei que errei. E também
dou o maior valor pro trabalho que tu faz irmão. Eu não rasgo seda.
Nunca precisei. Você sabe disso.
-CALA A BOCA!
-G... Í. G. I. O.
-Fala cretino.
-Feliz níver, véio.



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Indio não quer cachimbo, quer fumaça!


20/05/2007



A fumaça atrapalhava a visão dos que entravam, era
assim todas as noites no Bar do Escritor, os que estavam lá não se
importam, encharcados pelo álcool, sem distinguir o que era fumaça de
cigarro ou do gelo seco que vinha do palco. A rotina era essa, corpos
alcoolizados, música ambiente, risos... A garçonete olhava tudo com
olhos diferentes, especialmente nessa noite estava diferente, como se
repensasse toda sua vida.
-Hei Me, traz meu conhaque. Ta de
moleza mulher? Era Véio China, sempre mal acostumado, achava que ela
tinha que esperá-lo com o copo à mesa.
-Olha o jeito caboclo. Eu
não bato em véio e nem bebum, mas tenha respeito com minha nega. Disse
Doctor, sempre tomando as dores da moça, como se fosse seu dono. Ela
tinha grande carinho por ele, o chamava de Guapeca, cão vira lata no
dialeto gauchêz.
-Ao trabalho. Sirva a mesa do fundo, eu cuido
desses bebuns. Querem tratamento de primeira? Eu dou. O Barman depositou
com força o copo de conhaque na mesa do velho. Ele percebera o olhar
perdido da moça e sabia que não estava bem.Se o Bar não tivesse tão
cheio até a dispensaria, ele era um bom patrão.
Começa uma briga.
Ossip, assíduo freqüentador, vendo o Fernando, maloqueiro conhecido, se
insinuar para uma freguesa, interveio. Cadeiras voaram, copos foram
arremessados, gritos histéricos das moças do reservado, Thaís,
Alessandra, Larissa, Jimenna, Flávia e Rosália, e o Barman sem saber
onde acudir primeiro.
Um grito de mulher entoa e todos fazem
silêncio: Me, a garçonete, fora atingida por uma garrafa na cabeça. A
cena parecia congelada.Todos ficaram mudos.
-Acertaram a Me. Foi o
único som que se ouviu no Bar. Todos queriam socorrer a moça. O sangue
jorrava. Seria seu fim? Morrer de uma garrafada num Bar de quinta
categoria? O Barman ficou histérico:
-Quem foi o filha da puta que fez isso?
-Esquece
disso e estanca o sangue. Disse Leonardo, o segurança que entrara com a
gritaria. Pegaram uma toalha e amarraram firme em sua cabeça.
-Tem algum médico aqui? Paulão Fardadão, policial assíduo do boteco perguntou aos curiosos.
-Mim
ser. Um cara minguado, cor de burro quando foge, cabelos escorridos,
parecia descendente de índio brasileiro, todo feinho de dar dó.
-É médico, fera?
-Ser sim, lá na tribo dos Tupiniquins da Amazônia.
-Faz
alguma coisa então seu índio de uma figa. O Barman estava
descontrolado, sempre presenciava brigas no seu Bar, mas nunca o
prejuízo ultrapassava o lucro. Dessa vez sabia, era peça primordial essa
garçonete, ia ser a falência na certa se morresse, além de que, seu
orgulho de macho estava atacado, afinal todos pensavam que ele a comia
depois do expediente e para criar respeito, não desmentia o fato.
-Índio
precisar privacidade, levar moça pro reservado. Índio usar ervas e
cachimbo milagreiro.Levaram a moça e índio se trancou no quarto.
Depois de duas horas saiu com cara de felicidade e disse:
-Moça
bem, vai viver. A garçonete veio logo atrás, toda desalinhada e com um
sorriso sem vergonha na cara.Todos se aproximaram para vê-la.
-Deixem moça em paz. Ela precisar de sossego. Agora ser “Lua Morena”, noiva de índio Cavalo Malhado.
-O que?
-Mim dizer: Moça branca ir pra tribo casar com índio. Tudo muito rápido, igual nuvem de fumaça.
-Que tribo caralho?...
-Desculpa chefinho, eu vou sim, encontrei o amor da minha vida...Saíram em disparada sob os olhares atônitos de todos.
O faxineiro Kaspa varria os cacos quando reparou na garrafa que tinha acertado a garçonete.
-Que estranho chefe. Essa marca de bebida eu nunca vi por aqui. Cachaça de Manaus.
-Deixa ver. O barman leu no rótulo: Fabricação artesanal da Tribo dos Tupinanquins da Amazônia.



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Difudê

20/05/2007


-Paulinho! Desliga essa merda de computador e vai estudar menino!
-Mas mãe, eu estou estudando. Esqueceu? Mundo moderno, informática, globalização, etc.
-Não me disse que o trabalho era sobre sinônimos?
-Vocabulário mamãe. Temos que fazer um vocabulário, ou seja, montar um “Aurélio” pesquisando novas palavras e seus siginificados.
-E você encontrou isso na internet?
-Sim. Com certeza. Encontrei um lugar recheado de palavras novas.
-Não esqueça os créditos de autoria, isso é lei.
-Pode deixar mamãe.A mãe saiu do quarto aliviada e duas horas depois veio ver o andamento do trabalho.
-Terminou filho?
-Sim mamãe, faz tempo. Respondeu Paulinho deitado na cama assistindo o Chaves na TV. A mãe pegou o trabalho da mesa e leu:

Enciclopédia e Dicionário BARESCRITURÉLIO
.
.
Expressão – (créditos) – significado
.
Mas Q. Merda! - (Véio) - levanta CARALHO!
Sifudê! - (Véio) - levanta CARALHO!
Difudê - (Véio) - levanta CARALHO
.
.
Hum - (Giovani)- essa cachaça tá boa!
Igual músculo de minhoca, hehehe - (Giovani) - igual minha pica, hehehe
Eu sou democrático – (Giovani) – Calem a boca!
.
.
Olá - (Alex Plunk) - Olá
Miojo - (Alex Plunk) - miojo
Uca, uca, e, e, - (Alex Plunk) - Uca, uca, e, e,
.
.
Gostei bastante, um dos melhores q já li - (Eliane) - nossa, não entendi nada
Esse não gostei - (Eliane) - melhor variar um pouco os comentários, mas continuo sem entender nada.
.
.
eaiuaehiuehae - (André) - eia eiu e aí? Beleza?
Gostei, sobretudo do final - (André) – só consegui ler o final.
valeu, :D flew! – (André) – Obrigada, foi demais, falou!
.
.
sobe - (Muryel)- comenta pô.
Up _ (Muryel) – comenta vai.
Respondendo o tópico (Muryel) – subindo para comentários.
.
.
Sou fã dela - (Anderson) - o poema tá uma merda, melhor xavecar.
Quer casar comigo? (Anderson p/ Me) – quer dar para mim?
Seu poema é lindo (Anderson e Cia) – acordo feito com machos qdo o poema é de mulher gostosa.
.
.
ficanapaz – (Cris)- vá à merda pô
Hoje to cansado, amanhã leio – (Cris) – hoje to na manguaça, amanhã leio.
.
.
Toma no cu! – (Emanuel) - que chazinho bom!
Rapa... - (Emanuel) - que chazinho bom!
DIDÁTICA
ca
ce
ci
co
ânus – (Emanuel)- que chazinho bom!
.
.
.
Bom texto:
.
PUTAQUEROPARIUUUUUUUUUUU!!!!!!! Ô - (Zé)
KARAKOLES!!! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK - (Elizabeth)
DUKARALEO!!! (Cris)
.
.
Podem elogiar:
.
Podem apedrejar (Ossip, Muryel...)
Alguém mais? (André, Anderson,...)
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Quero te comer:
.
Teu texto é perfeito, Ninguém faz poemas como vc, Nesse estilo vc é imbatível, Vc é perfeita, adorei, etc... (todos os machos qdo comentam poemas de mulheres gostosas.
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Mulher perfeita:
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Pernas – Thaís/Peitos – Elaine/Calcinha – Flávia/Olhos - Me Morte
.
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Fonte: Bar do Escritor no Orkut
Aluno: Paulo Eduardo de Freitas Maciel
4ª série do ensino fundamental.

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O melhor amigo do bebum não é o copo, é o Barman.

07/10/2007

-Não! Eu mereço! Merda! Ela chegou... Reclamou o barman quando viu sua amiga entrando na porta lateral. Era Me, sua parceira. Ela era uma alcoolotra inveterada. Não que ele fosse moralista, até gostava de tomar todas com ela, mas a moça dava prejuizo. Ontem tinha sido dois copos, uma garrafa e o espelho da parede. Quando alterada pela bebida ela adorava arremessar o que tinha à mão só para lhe provocar.
-Meu! Eu quero uma cerveja, porra!
-Mas Me, justo você que faz o social, defende as criancinhas dos malvados, fazer apologia ao álcool?
-Caralho! Apologia uma porra! Eu gosto da loirinha e pronto.
-E as crianças que te escutam?
-Está vendo alguma criança aqui idiota? São 23:00h. Todas estão dormindo. Bota uma aí cacete!
-Mas Me, da última vez você se mijou toda. Não tem vergonha?
-Buceta! Vergonha? Você bebe muito mais do que eu...
-Sim, mas não dou vexame.
-Que “ame” criatura? Eu bebo apenas, você fuma, puta merda!
-Mas bem que você pede um traguinho do meu baseado.
-E você nunca dá seu viado!
-Tá bom, vá lá...A vida é sua mesmo.
-Do que fala agora seu mentecapto?
-Beber sempre assim vai te dar uma cirrose...
Um murro no meio da cara do Barman fechou a conversa.
-Filha da puta! Por que fez isso?
-Você me torrou o saco porra!
-E isso é motivo para bater num amigo? Eu pensava no seu bem.
-De amigos que querem meu bem o inferno está cheio. Põe logo essa cerveja no balcão ou vou chamar a polícia! Isso é preconceito. Aqui é um Bar caralho!
-Calma. Vou servir. Quero que você se foda! Que morra à mingua sem ao menos um amigo para te dar o beijo final.
-Serve logo...
-Ah, a conta ta atrasada...
-Grande amigo! Está me cobrando?
-Estou sim Me, fiado só para você e já estou cortando. Nunca paga!
-Toma. Jogou duas notas de cinqüenta reais no balcão. Agora serve cachorro!
-Está aqui. Pronto. Estupidamente gelada, como gosta.
Tomou o copo de uma virada só e disse:
-Mão. Por isso sou tua amiga. Só você me entende...

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BARTMAN & Menino ProGigio- Parte I


03/05/2007


...E enquanto isso na Bartcaverna:




-Ah Bart, deixa.


-Nada disso menino proGígio, se componha.


-Bartinha, please...


-NÃO.


-Ah, vai...não seja mau.


-Hum...tudo bem.


Só uma vez.


-JURA? Você empresta?


-Pega logo antes que eu mude de idéia.


-Alfred, vai logo.


Pega a calcinha cor-de-rosa na Bartgaveta.


-LAVE depois que usar...




TARARARÃ, TARARARARÃ...


Assista amanhã no mesmo Bartcanal:


As Aventuras de Bartman & PROgigio
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Bartman & Menino ProGígio - Parte II
13/06/2007

-Pô Bartman, esse povo não perdoa...(MPG)

-Vai começar a falação...(B)

-Diálogo é tudo...(MPG)

-Esta bem. O povo não perdoa Menino PróGigio.(B)

-Sim...As mulheres nos idolatravam. Éramos os melhores, super heróis de primeira categoria.(MPG)

-Sim. Os homens seguiam nosso modelo de conduta. (B)

-É, você tem razão. Dávamos bom exemplo às crianças. Bons tempos. (MPG)

Mas que isso importa?O que somos hoje? Um casal de viados. Bichas de capas.

-SIM. É a modernidade. O homosexualismo está em moda. (B)

-Quer saber? Viramos chacota. Tu foi taxado de mulherzinha.(MPG)

-Não, não. Definitivamente não. Você foi taxado de mulherzinha.Ora, Menino ProGigio, todos dizem que você é afeminado. (B)

-Nada disso. Eu sou definitivo em minhas convições. Dizem que sou o macho do casal.(MPG)

-Ora, ora...muita falação e pouca ação.(B)

-Que quer dizer?(MPG)

-Cale a boca e vire logo. Agora é minha vez de comer.(B)

-Up..já vai. Apressadinho...(MPG)



Tarataratara....tarataratara...Bartman....Bartaman...Bratman...


ASSISTA NOVAMENTE

As Aventuras de Bartman e o Menino ProGígio

Nesse mesmo Bartcanal

Nessa mesma Barthora

Bartmammmmmm 
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Ritual (autoria de Me Morte e Pajé Miruxin Sioux) 

 

10/06/2007

 

E ia ser naquele dia que todo o ritual sagrado se realizaria e tornaria a jovem índia Estrela Reluzente, uma índia-mãe a fim de salvar toda a tribo da extinção. Estrela Reluzente, antes de raiar o Sol, deixara a oca dos pais Pena-Brava e Branca-Cana e se isolara no Monte do Pião onde ficaria de jejum até o Sol se pôr. Índio Touro-Sentado, jovem guerreiro da tribo, procurou cacique Pena-Vermelha para acertar os detalhes da iniciação sexual de morena Estrela Reluzente, pois todos pensavam que era virgem. Mal sabiam que Tarzan em uma de suas visitas já tinha papado a moça. Pajé, curandeiro e feiticeiro, preparavam os elixires mágicos que seriam ingeridos por todos os índios que iriam participar do ritual.
Começa o rufar dos tambores, e doze índios pintados de vermelho dançam em volta da estaca de Estrela Reluzente e Touro Sentado. Os índios estão todos excitados, nus e eretos, vez por outra dois índios se deslocam para dentro da roda onde estão os jovens e enquanto um índio lambe Estrela Reluzente, chupa seu sexo e seus seios, mas não a penetra, o outro se cola em Touro Sentado, e enfia o dedo médio em seu traseiro. Depois de feito isso, volta a dançar e outros dois índios recomeçam o ritual. E assim prossegue por doze horas ininterruptas até o raiar do Sol. Índia Estrela Reluzente grita ao pajé:
-Mim quer prova de campo.
-Estrela reluzente não confia taco de índio?
-Mim não quer arriscar. Mim quer testar Touro sentado.
-Mas prova de campo ser muito cruel, Touro sentado pode não resistir.
-Mim quer macho para dar filhotes a Estrela Reluzente. Se não resistir é por que índio é florzinha.Pajé mandou que desamarrassem Estrela Reluzente e ela ficou em frente a Touro sentado e encostou seu corpo pelado nele.
-Hum. Isso ser prova de campo? Índio gostar de prova de Estrela Reluzente. Seu membro estava duro. Então Estrela Reluzente lambeu-o.
-AHNNNN..... fez sinal para guerreiros e eles vieram bolinar o noivo.
-Ôpa! Isso índio não gosta. Os guerreiros começaram a pegar tora de Touro Sentado.
-Pajé. Isso é traição. Touro estava furioso.
-Hum...Mim não ta gostando do que tô vendo...Estrela OBSERVAVA membro do noivo.
-O que, Estrela Reluzente?
-To preocupada. Xifre de Touro sentado continua duro.
-Claro. Esses bambis estão mexendo nele. TIRA A BOCA CARALHO! Touro suava frio.
-Macho que é macho não deixa membro ficar duro em mão de guerreiros. Estrela estava decepcionada.Eles continuavam a mexer e a tora de índio aumentava de volume.
-Xiiii. Índia ia levar gato por lebre.
-Tirem a mão, suas chitas! Índia tem que entender a natureza do homem apache. Tora de índio tava enorme.
-Touro sentado nunca deixou tora assim pra papar Estrela Reluzente... ôpa... Nos sonhos de Estrela, claro, índia ser virgem.
-Índio escamoteia. Podem comer índio. Pajé deu a ordem.
- Eu não querer mais afrescalhado. Estrela concordou.Os guerreiros, um a um, traçaram Touro sentado. E a partir daquele dia, Touro sentado passou a mijar sentado. Pajé teve que aprimorar seus ungüentos, pois nascia nova doença na tribo, batizada de hemorróida. Viadice já tinha há um bom tempo.



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EPTV SUL DE MINAS