MAUS TRATOS AOS ANIMAIS


MAUS TRATOS AOS ANIMAIS-qualquer cidadão pode fazer a denuncia: CRMV- Unidade Regional do Sul de Minas Gerais. Delegado Dr. Marden. 35/ 3221-5673. Horário: 8 ao meio dia, 13 até 17 h. E-mail: crmvmg.suldeminas@crmvmg.gov.br

quarta-feira, 27 de março de 2013

ONG Movimento Nacional Amigos do Trem

Ói, ói o trem, vem surgindo de trás das montanhas azuis, olha o trem...(Raul Seixas)

                                        

A nostalgia que causa olhando essa foto, nem tanto pelos tempos antigos, mas pela simplicidade da vida no campo e do romantismo dos trens.
Ah! Minas Gerais! Terra da minha infância!  Dos pomares, dos passeios e pescarias com a família! Terra do bolo de fubá, cocada, doce de leite, café ao pé do fogão de lenha! Os contos de terror! Lendas urbanas...
Terra dos meus sonhos mais secretos..."Dona Chiquinha" e as tardes em sua casa (Estiva, 1972). 
Nada se compara as recordações que tenho dessa terra abençoada por Deus. 
Quem disse que em Minas Gerais não tem mar? O correto é "No mar não tem Minas Gerais"!

MPadilha

terça-feira, 26 de março de 2013

Prefiro não comentar

hehehe...Tem coisa melhor? Na Páscoa não!

Tem muita gente que espera o domingo de Páscoa para pregar isso e aquilo: "Páscoa não é chocolate e coelhinho, é ressurreição" etc, etc, ... Claro! Eu sei disso! Você sabe disso! Todos sabemos disso! Porém, tenho certeza de que quando você tiver comendo seu chocolate, a última coisa que vai querer ouvir é alguém dando lição de moral!
Papai Noel não existe, é balela para arrecadar dindim na festa de nascimento de Jesus! Eu sei porra! Eu to careca de saber disso e de outras datas que o homem usa para comercializar. Não precisa me dar lição de moral! Eu apenas quero ter o direito de postar um cartão com foto de ovo e coelhinho! Eu apenas quero ter o prazer de degustar um ovo! Como todo mundo! Não me pegue para "Cristo"! Deixe-me em paz!
Vá pregar suas crenças no raio que o parta! Não me use para pregar sua hipocrisia e depois, lá no sossêgo de sua casa, vai comer seu chocolate, enfeitar sua árvore...
Por favor! Da minha crença eu que sei!
Os pobres não comem chocolate, não recebem Papai Noel...Quem disse que não? Muitos centros comunitários, muitos projetos sociais, eu mesma, já distribuí presentes e chocolates. Tenho certeza de que se um pobre ouvir você falar que "natal não é presente" e que "páscoa não é chocolate", vão correr atras de você e te amaldiçoar, afinal, eles já tem tão pouco para aproveitar, vem você querer acabar com essas poucas alegrias...
Se toca!!!

segunda-feira, 25 de março de 2013

domingo, 24 de março de 2013

Cuidado bicharada! O Homem vem aí...

(tirado do G1 Sul de Minas)

Quatro homens foram presos com 243 pássaros silvestres na noite desta sexta-feira (22) na MG-179 em Pouso Alegre (MG). Segundo a Polícia Rodoviária Ambiental, o veículo em que os homens estavam foi parado pela polícia para vistoria. Os pássaros foram encontrados no porta-malas do carro em caixas de papelão e sacolas plásticas.
Ainda segundo a polícia, a maioria dos pássaros eram das espécies trinca-ferro e canário da terra. Os animais foram apreendidos e levados para a sede do Ibama em Pouso Alegre. Os homens, com idades entre 23 e 43 anos foram presos e levados para a delegacia da cidade. Após serem ouvidos, eles assinaram um termo de circunstâncias de ocorrência e foram liberados.
Eles devem ser multados pelo Ibama de Pouso Alegre, que não divulgou o valor da multa. Os pássaros foram soltos na natureza.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Dia Internacional do Contador de Histórias

Hoje é dia de festa! 20 de março é o Dia Internacional do Contador de Histórias. A data é comemorada no mundo todo e mais fortemente na Europa. No site World Storytelling Day você encontra uma relação de eventos comemorativos. Eles criaram a hashtag #WSD13 para que todos possam compartilhar suas celebrações no Twitter. Espia só o que está rolando mundo afora.
O site   "Quantos contos vale um conto"  está comemorando contando um conto, então deixo o meu conto aqui. Espero que gostem!


                                                                 JOÃO DA CAPA 





 
No Ano de 1953, no norte de Minas Gerais, em meados de Novembro, numa pacata cidadezinha chamada Porteirinha, aconteceu um fato curioso, para não dizer assombroso. Fato esse que vou narrar, mas, por favor, que os mais impressionáveis, não leiam.
Contam que, dentre os fazendeiros da região, havia um rico e abastado apelidado de “João da Capa”. Recebeu esse apelido por usar uma capa preta que arrastava no chão, a qual só tirava mesmo pra dormir.
Sua esposa, mulher dedicada, adorava jóia. Incansavelmente exibia colares, tiaras, anéis de rubis, chaveiros etc. Mas tinha um anel, solitário, uma super pedra de diamante. Esse ela não tirava nem para dormir.
Um dia, acometida de uma pneumonia, Dona “Esmeralda”, esse era o seu nome, veio a falecer. Não, sem antes, fazer seu marido, João da Capa, prometer que seria enterrada com seu anel preferido.
O enterro foi pomposo, muitas flores, homenagens dignas até, de uma autoridade. A banda da prefeitura acompanhou o cortejo e todos pareciam compadecidos com o sofrimento do marido.
Logo mais à noite, João da Capa foi visto de canto em canto, com uma garrafa de aguardente na mão num sofrimento de dar dó.
Os dias se passavam e sem se conformar João da capa cada vez mais era visto bêbado, delirando. “Descanse em paz Esmeralda”, “Deixe-me em paz Esmeralda”. Ninguém sabia ao certo o motivo das frases alucinadas.
Os amigos decidiram investigar e começaram a seguir os passos de João da Capa. A fazenda antes próspera e bem cuidada, agora abandonada, pois o coitado nunca mais lá voltara, estava às escuras. Na porteira uma mulher de branco, véu no rosto, de longe parecia muito com Dona Esmeralda. Zé Vitor, Joaquim e Alfredo, os amigos que investigavam o caso, pararam a alguns metros da fazenda. Os olhos arregalados, coração batendo em disparada:
__ Céus! É dona Esmeralda!
Constataram, apavorados, o motivo do abandono da fazenda. O fantasma da mulher agarrado a porteira gemia e gritava:
__ Devolva meu anel! Quero-o de volta ou nunca mais te deixarei em paz!
Deram meia volta e não olharam para trás!
Aí tudo ficou esclarecido.
João da Capa, largado no banco da praça, com muito custo, respondia às indagações dos amigos.
Disse que achou um desperdício enterrar a mulher com uma jóia tão cara e que antes de fechar o caixão, fez a besteira, tirou o anel. Agora não tinha mais a coragem de levar o “dito cujo” ao cemitério.
Pediu que os amigos o acompanhassem, mas um a um, todos deram uma desculpa. Não queriam se arriscar a uma vingança da falecida.
Eis que, depois de muitos goles, João da Capa se decide:
__ Vou hoje, à meia noite, ao cemitério devolver o anel. Abro um pouquinho o túmulo, jogo para dentro e vou-me embora.
__ Não João! Disse Alfredo.
__ Não vá embora sem rezar para falecida, ela pode cobrar a reza depois.
E lá se foi João da Capa, o relógio da igreja começou a 1ª das 12 badaladas. O silêncio era mortal; só se ouvia o ranger do portão do cemitério e os passos de João, capa arrastando no chão, invadindo os túmulos à procura do de Dona Esmeralda.
Era muito escuro, depois de alguns túmulos errados, eis que avistou o que buscava. Ergueu a tampa, jogou o anel e preparava-se para ir embora quando lembrou do que disse Alfredo:
__ Não sem rezar antes!
Ajoelhou-se então e apoiando os braços no túmulo começou:
 “Ave Maria cheia de graça... Agora e na hora de nossa morte Amem!”.
Pronto, agora com dever cumprido vou embora!
Nisso, ajoelhado, fez menção de levantar, mas, “Deus”, sentiu que era puxado de volta ao chão!
__ Alguém está me puxando! Suava frio!
Novamente tentava erguer-se e era como se alguém o puxasse para baixo. __ “Esmeralda de Deus”, perdoe-me, deixe-me ir embora.
Ele sentia como se alguém o puxasse para dentro do túmulo!
Seu coração explodia, o suor escorria, as pernas bambas, não deu noutra, o coitado teve um enfarte fulminante e faleceu ali mesmo! Pobre João da Capa havia ficado tão nervoso, não percebeu que era a própria capa que enroscava em seus pés e quando se erguia era como se alguém o puxasse de volta ao chão.
Seu enterro foi lindo, cheio de flores, homenagens, etc. Só um fato ninguém sabe explicar.
João da Capa foi encontrado sem sua famosa capa e por isso enterrado sem ela.
Esse fato mudou os hábitos dos moradores de “Porteirinha”. Até hoje, ninguém mais se aproxima da fazenda, pois dizem que é mal assombrada. Assim que o sol se poe toda cidade já dorme. Dizem que têm medo de encontrar João por aí reclamando sua capa. E você, por acaso sabe de algo a respeito da Capa de João? Se estiver com ela, leve até o cemitério quando o relógio da praça soar 12 badaladas. Ah! Só não esqueça de rezar.

MP/Me Morte

segunda-feira, 18 de março de 2013

Parabéns aos atletas do Vinícius Meyer e Colégio Skema 10



O jogo que iniciou a modalidade de Basquete do Pré-JEMG 2013 em Pouso Alegre foi um espetáculo a parte. Estava equilibradíssimo e foi pau a pau do começo ao fim. Terminou o tempo regulamentar 14 x 14 e na prorrogação, quando faltava 30 segundos, o Vinícius Meyer venceu de 19 x 17. Foi muita técnica misturada á sorte. Os meninos do Vinícius Meyer começaram perdendo e logo depois empataram o jogo e nos segundos finais venceram.
Não existia ali melhor ou pior, a garra era a mesma dos dois lados, o que proporcionou aos espectadores um excelente espetáculo!
Resta dar os parabéns às equipes e citar aqui a  força de vontade do Colégio Skema10, que há um mês  montou seu time de 6 atletas e que apenas treinou duas vezes. Para esses atletas parabéns pela determinação, isso vem provar que quando se almeja uma coisa ela acontece. O resultado ali foi o que menos importou, pois demonstraram muita parceria!
Já aos que disseram que não iam assistir ao jogo para não ver o time recém formado do Skema 10 perder de lavada, a esses eu transmito meus sinceros pêsames, pois perderam um grande espetáculo!

Mariângela Padilha faz parte de livro que será lançado na Suíça


 
PRÊMIO VALDECK ALMEIDA
O livro contém poemas de 122 poetas do mundo inteiro, a maioria de brasileiros que participaram do concurso "Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus 2012". A ideia do concurso surgiu em 2005, por iniciativa dO jornalista e escritor Valdeck Almeida, que escreve desde os 12 anos de idade e só conseguiu publicar o primeiro livro aos 39 anos. O projeto tem apoio do Plano Nacional do Livro e Leitura, que divulga a iniciativa no site oficial. O núcleo baiano da União Brasileira de Escritores-UBE, também dá apoio de divulgação ao projeto.

A edição 2012 traz poemas de autores brasileiros e poetas do Japão, Suíça, Inglaterra, Estados Unidos e Portugal. A lista completa de todos os selecionados está abaixo:

Adail Carvalho de Sales Júnior
A linguagem e a beleza do morto em Mia Couto
Adriana Aparecida de Oliveira Pavani
O que é o amor?
 
Adriana Quezado
Quartel Perpétuo
Alessandro Guiniki Barbosa
Transição (Valdomiro Maria)
 
Alex Frechette
Homenagem a tudo que eu não lembro direito
Aline de Melo
...Abstinência...; ...TRAI-ME...
Amélia Marcionila Raposo da Luz
Certezas; Canção de um tempo
 
Ana Claudia de Souza de Oliveira
Incubus; Vai, Carlos, vai ser Drummond na vida; Essa jaez
Ana Lúcia Polessi
O devorador de livros
Ana Maria de Carvalho
Parlamento de primeira e país de terceira
André Foltran
aquele ser
Anna Cristina Rodrigues de Oliveira Ramos
O corpo e a alma
Antonio Carlos Altheman
Poesia
Antonio Cezar de Souza
O palhaço
Antonio Deodato Marques Leão
Sem tempo para o ensino médio
Arai Terezinha Borges dos Santos
Um Brasil apaixonado por futebol
Augusto Felippe da Silva
Nossa África
Bárbara A. Sanco
Démodé
Beatriz Antonia de Paula Montenegro
Sobre a varanda da tarde
Brenda Gomes da Silva
Uma parada para o humor
Camila Carelli Moscardini
Fita Azul
Carina de Luca
Literatura africana – Uma terra sem descanso
Carlos Henrique Pereira Maia
Desengano
Carolina Aparecida Vargas Hanke
Às vezes
Catarina de Freitas Barbosa
Sem título
Clara Elena Saenz Ortega
O diário de Anne Frank
Clarissa Damasceno Melo
O que carrego do mundo
Cláudio de Almeida Hermínio
Tributo a Twain
Cleiton de Oliveira França
O canto triste do uirapuru
Daniela da Cunha
Um sonho
Danilo Souza Pelloso
Monocromático
Dhiogo José Caetano
Veia Poética, a arte está no sangue; Cora Coralina
Diana Camargo
Morada da minha infância
Diego Rodrigues Brandão
CARTA À NOSSA SALVADOR E/OU SOTEROPOLITANOS
Dilma Barrozo Ribeiro Lopes
Quitandeira de Palavras
Dinis Alves Ricardo
Procura em Ti; Fiz-me teu suspeito
Diogo Berni
Sagrada mesmo é a missão de um homem
Domingos Alberto Richieri Nuvolari
Casa simples
Éber Sander
Vida dura
Editt Schimanoski de Jesus
Eu te procurei; O que é poesia?; Minha pátria querida!
Edweine Loureiro da Silva
Haruki Murakami: O escritor-corredor; Zélia, uma paixão“;Mãe África; Poemeto a Castro Alves; Memórias póstumas de Quincas Borba; A confissão de Gregório de Matos ao Padre Antônio Vieira
Emanoel Ferreira da Silva
08 De Março!; Caatinga; A Arte Como Legitimadora De Humanização Frente A Conflituosidade Social Vivente; “Quanto Vale Ou É Por Quilo?”
Emanoela Nardes
Olimpíadas: vergonha e indignação
Érico Brena Santos
Blues da depressão
Ernani Maller
O chapéu
Eulália Cristina Costa e Costa
Patrimônio da Humanidade: São Luís do Maranhão, a Atenas Brasileira
Expedita Gomes de Araújo
O amor de Cler
Fernanda Resende
Medo
Fernando Augusto Bensabat de Lacerda e Melo
E-mail de bom dia XXII
Flávia Assaife Campos de Almeida
Conversando com Deus
Flávia Brito
É assim, Fulano
Francisco José Gomes Correia
Acontece-me; Assim se diz da poesia; Castelo de espuma; Leque de amores; Notícia de última hora; Quo Vadis
Francisco Junior Xavier
Os invisíveis da Sé
Gabriela Andrade Vitor
Luz da aridez
Gicilene Souza Almeida
O amor; Vida Solitária
Gilberto Lopes Reis
Um romance na rua da escola; Perguntei ao espelho
Greice Munhoz da Silva
Problema de coração
Guilherme Henrique Ribeiro Cavalcante de Oliveira
Hora certa de me complicar; Loteria – um sonho milionário
Ilda Maria Costa Brasil
Ah, se eu fosse um pássaro!
Ivaneti Nogueira de Jesus Silveira
Voar...
Jayme Santos
Amar você...
Jean Carlos de Andrade
Mulher Brasileira
Jéssica Damas da Silva
Heresia
José Luiz da Luz
Desabafo
Juraci da Silva Martins
Vivências
Karline da Costa Batista
 
C Poema Abrasileirado; Recital da Goiabeira; Centenário de um Bravo
Kleber do Nascimento Silva
Conta conjunta
Kleberson Marcondes Gonçalves
Os brinquedos de Martha; A menina do raio de sol
Leandro Gabriel da Silva Martins Reis
Flores Eternas
Leinecy Pereira Dorneles
O tempo de ser feliz
Lourdes Neves Cúrcio
O palco da vida
Lucas Expedito Claro Prado
Espermatozóides
Luciana Zacarias
Um retrato baiano: Capitães da Areia (Sem-Pernas)
Marcela Marques Serrano
Pé de Davi; No silêncio da escrita
Marcelo de Oliveira Souza
A Cidade dos Errados
Marcelo Moreira dos Santos
Decreto de Lei: Suicídio Coletivo; Aventura num Estádio de Futebol; Espécies de Visões
Marcos Samuel Costa da Conceição
Universo meu
Maria Angela Manzi da Silva
Quem sou eu?
Maria Apparecida S. Coquemala
Libertação; José Saramago
Maria do Socorro de Melo
Boneca de Pano
Maria Luiza Falcão
Eu Não Consigo
Mariângela Padilha
O Inexplicável complemento da vida!; Inexplicável que te amo
Marne de Oliveira Pimentel
Há uma luz no fim do túnel; Tempo de fachadas
Matheus Costa de Oliveira
Entonação
Mauricio Antonio Veloso Duarte
Um olhar é tudo
Mércia Maria da Silva
Resenha Crítica do Romance Vidas Secas – de Graciliano Ramos – sob a perspectiva de identificar as características do Modernismo presentes na obra
Miguel Maria Tavares Caeiro Vanine Olivares
Ceguei
Moysés Barbosa
Coração Vazio
Nádia da Rocha Ventura
Crônica de um Fygura; Inverno da paixão
Nilda Lima Graeser
Incógnita
Noilson Abreu Benicio dos Santos
Como engravidei
Nubia Estela Strasbach
O fim pra mim; Monólogo da solidão; O melhor ouro
Osmar Santos
A intenção; O milagre da vida
Oswaldo Dourado
Estranha nostalgia
Paulo Roberto da Silva Nunes
Botequim
Rafael Italo Fernandes da Fonseca
Memorial do redivivo
Reginaldo Costa de Albuquerque
Epitáfio ao dia de amanhã
Renata Cirilo
Renata Paccola
Lembranças
Renata Rimet
Primeiro Ato
Roberto Augusto de Piratininga Ferrari
Teu olhar
Roberto Flávio de Souza Acioli
Dos Anjos Augustos
Roberto Leal Fabrício Sanção
A fórmula da felicidade está no sonho; A Criatura e o Evoluído; Procurando Eu dentro de Mim
Roberto Vicente Coelho
O verso do reverso
Robson DiBrito
Africanos lábios de Ana: A galinha
Rosário Bernardo Santos
Erva amarga
Roseli Princhatti Arruda Nuzzi
O mal do século XXI é a solidão; A Luz de Deus; Natureza em chamas; Riobaldo e Diadorim: Uma história de amor ou um conflito de poder?
Rossandro da Silva Laurindo
Delírios de um Poeta em Desamor
Rui Pedro Pinheiro
Dívida
Sandro Ribeiro dos Santos (Sandro Sussuarana)
A Realidade; MUDANÇAS!; A Poesia que se diz Eterna
Sandro Sansão da Silva Costa
Casamento?
Silvio Parise
Nordeste
Simone Pessoa
Doença Crônica; Um desconhecido no canto da sala
Terezinha Santos de Amorim
Copa 2014 no país de Jorge Amado
Thaísa Barbosa da Silva
Deixe-me ser; Somente ela...
Varenka de Fátima Araújo
SEGESTES; O menino Africano
Vera Lúcia Leite
Uma nova aurora virá
Veridiana Mendes
Olho e nada vejo...; Rosas Negras
Victor Hugo Kuroda Feichas
Os garotos do Brasil
Viviana Carolina Mendez Rocha Podlyska
O Macondo de Gabriel García Márquez
Wiliam Velozo Samuel Junior
Relance
Zelito Nunes Magalhães
A cigarra e o poeta

EPTV SUL DE MINAS